NOTHING TO DO HERE!
segunda-feira, 5 de março de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Tenho medo! Posso dizer que tenho medo de tudo um pouco. Tudo me atormenta da sua certa maneira a minha alma. Ora os meus pensamentos, ora o que eu vejo, tudo me leva a várias conclusões e por vezes a nenhumas certezas.
A verdade é que as certezas são uma inconstante na minha vida.
Percorre-se sempre a longa estrada , mas com tantas placas que a maioria das vezes vejo-me a ser arrastada para uma delas sem ter certezas de nada. Que rumo tou eu a levar? Onde me vais deixar? Noutra encruzilhada??
Por vezes o medo não me deixa seguir em frente, mas obriga-me a cortar na próxima à direita, ou à esquerda.. por vezes tenho que voltar para trás porque era um beco sem saída.
Pelo caminho encontrei várias casas, várias pessoas, vários objetos.. Passei a ter posses , acabei por perder outras, mas na realidade nunca possui nada. apenas o osso e a carne que me revestem.
Conforme a abundância ou a escassez , vou inchando e desinchando, ou fico igual. Relativo. Tudo depende do que é que estamos a falar.
Muitas vezes bateram-me com a porta na cara, quando cansada já estava eu de lá estar sempre a bater. mas a persistência na maioria das vezes é uma qualidade, pelo menos para deixar a minha consciência tranquila. para poder dizer: "eu tentei!".
Esta estrada que eu pecorro deixa calo nos pés, porque não é de alcatrão, não! é de terra batida com pedras pontiagudas que têm tendência a picar. tem alturas que não é tão incerta, mas para variar é quase sempre incerta. há quem diga que melhores dias virão.. talvez uma estrada melhor eu possa vir a construir por mim própria, quando eu mesma já tiver os meus calcanhares duros e cansados deste rumo.
Tem dias que não vejo o sol, apenas olho a lua, tão nua e crua. Ela sim, revela-me a realidade através da escuridão que a noite tem. do frio que se passa por estar só eu , aquela hora, naquele lugar com ela, mais ninguém. do medo que eu sinto com os sons daquilo que eu não consigo ver.. mas além disso , ensina-me o silêncio e a paz. invisiveís, mas fazem-se sentir com semelhante profundidade, que me transportam para um estado de melancolia e impasse.
A verdade é que as certezas são uma inconstante na minha vida.
Percorre-se sempre a longa estrada , mas com tantas placas que a maioria das vezes vejo-me a ser arrastada para uma delas sem ter certezas de nada. Que rumo tou eu a levar? Onde me vais deixar? Noutra encruzilhada??
Por vezes o medo não me deixa seguir em frente, mas obriga-me a cortar na próxima à direita, ou à esquerda.. por vezes tenho que voltar para trás porque era um beco sem saída.
Pelo caminho encontrei várias casas, várias pessoas, vários objetos.. Passei a ter posses , acabei por perder outras, mas na realidade nunca possui nada. apenas o osso e a carne que me revestem.
Conforme a abundância ou a escassez , vou inchando e desinchando, ou fico igual. Relativo. Tudo depende do que é que estamos a falar.
Muitas vezes bateram-me com a porta na cara, quando cansada já estava eu de lá estar sempre a bater. mas a persistência na maioria das vezes é uma qualidade, pelo menos para deixar a minha consciência tranquila. para poder dizer: "eu tentei!".
Esta estrada que eu pecorro deixa calo nos pés, porque não é de alcatrão, não! é de terra batida com pedras pontiagudas que têm tendência a picar. tem alturas que não é tão incerta, mas para variar é quase sempre incerta. há quem diga que melhores dias virão.. talvez uma estrada melhor eu possa vir a construir por mim própria, quando eu mesma já tiver os meus calcanhares duros e cansados deste rumo.
Tem dias que não vejo o sol, apenas olho a lua, tão nua e crua. Ela sim, revela-me a realidade através da escuridão que a noite tem. do frio que se passa por estar só eu , aquela hora, naquele lugar com ela, mais ninguém. do medo que eu sinto com os sons daquilo que eu não consigo ver.. mas além disso , ensina-me o silêncio e a paz. invisiveís, mas fazem-se sentir com semelhante profundidade, que me transportam para um estado de melancolia e impasse.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Grey
Estes dias reles, que passam como um piscar de olhos, cintilantes e húmidos.
Talvez do vento forte ou de emoções fortes e arrebatadoras, o certo é que estes dias obscuros passam rápido mas custam tenebrosamente a passar.. Inundados de medos e obstáculos, de complicações da própria vida fútil.
Arremessam contra mim os dilemas quotidianos de outros, que no fundo são meus também.
A vida é deveras dura e fatigante, e eu nada me fatigo para a alterar. Talvez eu própria não tenha essa hipótese, mas eu quero imensamente a ter.
A verdade é que vejo os dias cinzentos correrem e até mesmo os radiantes e nada faço!
A minha vontade começa-se a tornar escassa, tal como as minhas oportunidades.
O que se precisa é de trabalhar e nem isso é fácil de se obter.. ou melhor dizendo, não é facil obter a vontade para o fazer!
Como é que com a falta de uma imensidão de coisas, as verdadeiramente essencias, somos capazes de ultrapassar mais um crepúsculo seguido de, uma noite turbulenta de pensamentos preocupantes, relativos às depesas essenciais de sobrevivência ao ser humano, e a carência emocional que sentimos quando estão com dívida para connosco?
Talvez do vento forte ou de emoções fortes e arrebatadoras, o certo é que estes dias obscuros passam rápido mas custam tenebrosamente a passar.. Inundados de medos e obstáculos, de complicações da própria vida fútil.
Arremessam contra mim os dilemas quotidianos de outros, que no fundo são meus também.
A vida é deveras dura e fatigante, e eu nada me fatigo para a alterar. Talvez eu própria não tenha essa hipótese, mas eu quero imensamente a ter.
A verdade é que vejo os dias cinzentos correrem e até mesmo os radiantes e nada faço!
A minha vontade começa-se a tornar escassa, tal como as minhas oportunidades.
O que se precisa é de trabalhar e nem isso é fácil de se obter.. ou melhor dizendo, não é facil obter a vontade para o fazer!
Como é que com a falta de uma imensidão de coisas, as verdadeiramente essencias, somos capazes de ultrapassar mais um crepúsculo seguido de, uma noite turbulenta de pensamentos preocupantes, relativos às depesas essenciais de sobrevivência ao ser humano, e a carência emocional que sentimos quando estão com dívida para connosco?
segunda-feira, 4 de julho de 2011
O fio e o terreno
Tenho o mundo que idealizo
e tenho o mundo em que vivo
aquele em que sorrio
e aquele em que sobrevivo.
Por vezes tão sombrio e frio
por outras tão iluminado e ameno
quem diria que a terra seria o fio
que sutesta o meu outro terreno.
porque nesse fio tão denso
tenho o meu terreno livre
e é nele onde penso
naquilo em que já tive
Aquilo que gostaria de ter
Imagino-me como me sentiria
A alegria que teria
e o amor que me correspondia
No fio tenho o desgosto
e a incorrespondência
Onde vivo por viver
nesta mera existência
Vida sem sentido algum,
não tenho quem me dê uma direcção
nem quem me dê motivo nenhum
para tomar um novo rumo à minha canção
Ai... vontade quanta eu tenho
para que as coisas fossem reais
que caissem dos ceus
em folhas de jornais
que me embrulhassem e revestissem
me aconchegassem e acariciassem
o quanto eu preciso e penso
que esses dias um dia regressassem
Dias sim sempre,
e jamais dias não,
queria viver esta história
que tenho na imaginação
Um belo conto se tornaria
se não tivesse a realidade
porque cada vez que adormeço
consigo fugir da complexidade.
e tenho o mundo em que vivo
aquele em que sorrio
e aquele em que sobrevivo.
Por vezes tão sombrio e frio
por outras tão iluminado e ameno
quem diria que a terra seria o fio
que sutesta o meu outro terreno.
porque nesse fio tão denso
tenho o meu terreno livre
e é nele onde penso
naquilo em que já tive
Aquilo que gostaria de ter
Imagino-me como me sentiria
A alegria que teria
e o amor que me correspondia
No fio tenho o desgosto
e a incorrespondência
Onde vivo por viver
nesta mera existência
Vida sem sentido algum,
não tenho quem me dê uma direcção
nem quem me dê motivo nenhum
para tomar um novo rumo à minha canção
Ai... vontade quanta eu tenho
para que as coisas fossem reais
que caissem dos ceus
em folhas de jornais
que me embrulhassem e revestissem
me aconchegassem e acariciassem
o quanto eu preciso e penso
que esses dias um dia regressassem
Dias sim sempre,
e jamais dias não,
queria viver esta história
que tenho na imaginação
Um belo conto se tornaria
se não tivesse a realidade
porque cada vez que adormeço
consigo fugir da complexidade.
sábado, 14 de maio de 2011
Sufoco
Tu sofocas-me
e continuas a suforcar
este ar tão carregado
que me custa tanto a inalar.
Saio pelo porta
e tudo fica pesado,
a tristeza desbrota
por não estares a meu lado.
Em casa estou bem.
Estou bem assim!
Sem ninguém.
Já é igual p'ra mim...
12/05/2011
e continuas a suforcar
este ar tão carregado
que me custa tanto a inalar.
Saio pelo porta
e tudo fica pesado,
a tristeza desbrota
por não estares a meu lado.
Em casa estou bem.
Estou bem assim!
Sem ninguém.
Já é igual p'ra mim...
12/05/2011
?
Que pensamento é este,
o pensamento de outrem,
que não fora nesta vida
mas na vida passada de alguém.
Acho que já cá vim,
e cá voltei a retornar.
Quem fui não sei
fez questão a memória apagar.
Mais próxima estarei de descobrir
ou mais longe de achar,
aquilo que com um trapo preto cobriu
A minha vida que tenho de relembrar.
Que outro tempo passou
senão aquele que gastei,
aquele que a memória me apagou,
e nunca mais me recordei.
Deu-me pistas,
talvez uns sinais,
mas todos eram
iguais ao demais.
A informação armazenou-se,
a monotonia não ajuda à prática,
a vida por panos escapou-se
de forma alguma sarcástica
A descoberta manteve-se à espera,
que a autonomia se movimenta-se,
para esta vida amarga e severa
tivesse algo para que se recordasse.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Ele(s)
E ele afasta-se, como sempre faz. Não tem coragem suficiente, ou melhor, será ele homem suficiente? Que sarcástica, peço imensas desculpas, mas continuando... ele é estranho, vive para si , fechado em si, mantendo vivos sonhos e fantasias dentro do seu subconsciente de forma a não ultrapassar demasiado os seus limites, para não falar do seu consciente, que tenta seguir à linha a ética e a moral mas ao mesmo tempo os seus prazeres mundanos e materialistas. Porque claro, todos temos um pouco disso! Mantendo as aparências e ocultando da melhor forma as suas monumentais perversões.
Julgam-no charmoso e de bom aspecto, e na verdade o é! Não o podemos chamar de estúpido nem de burro, porque ele é deveras culto. Tem o seu treino, claro que um homem tem de andar sempre ensaiado para não perder as melhores oportunidades de ir para a caça. Todos os homens ainda preservam de uma forma ainda marcante o seu instinto animal, que por hábito têm tendência a marcar o seu território. Idiotas! Isso sim a ele posso chamar, porque preenche todos os requisitos necessários para ter o papel ideal!
Julgam-no charmoso e de bom aspecto, e na verdade o é! Não o podemos chamar de estúpido nem de burro, porque ele é deveras culto. Tem o seu treino, claro que um homem tem de andar sempre ensaiado para não perder as melhores oportunidades de ir para a caça. Todos os homens ainda preservam de uma forma ainda marcante o seu instinto animal, que por hábito têm tendência a marcar o seu território. Idiotas! Isso sim a ele posso chamar, porque preenche todos os requisitos necessários para ter o papel ideal!
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Where AM I??
Onde anda a minha cabeça?
Não consigo me responsabilizar por nada,
E muito menos saber as minhas responsabilidades.
Estou um pouco perdida na maré
Porque depois desta caminhada
Que à muito percorro por meu pé
Sinto-me sem direcção, e sem nenhuma cruzada.
Estou aprisionada no tempo
E a ser sufocada pelo espaço.
Suspiro, respiro fundo
Para bater no fundo do meu mundo
Com esperança de um dia ser
Rispostada para o alto, para
A meta no planalto.
29/11/2010
This world we living
Este mundo em que vivemos
Em cada instante vai desabando
Todos os dias nos rouba um pouco do que temos
Para noutros nos ir dando.
É tudo uma farça.
Uma enorme palhaçada
Mães que se prostituem
Para a sua criança ser alimentada.
Jovens roubam para comer
Outros para os vícios manter
Mas a verdade é só uma
Rico ou pobre, este povo vai por fim tremer!
Espremidos, chupados
Até à última gota
Passamos a vida em greves
Para que no fim ela caía morta
É uma luta constante para sobreviver
Mas o mundo é para os espertos,
Para os que sabem viver.
Sem nada para querer, sem nada para fazer
É essa a vida que eu quero ter.
Choro quando vejo estas injustiças
Por que muitos andam a passar
É triste ver isso nas notícias
É triste ver o mundo a desabar
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
INVERNO
O som do vento, toda a sua agitação, toda a sua frieza, fazem-me arrepios múltiplos e constantes, como se se estivessem a infiltrar nos meus ossos. O frio que por vezes refresca e revitaliza, que nos faz tremer e correr para casa. A vontade de estar ao quente, refugida no meu canto, confortavelmente no meu canto.
Aconchegada pelos tecidos peludos e macios, sente a pele, sente como se antes não tivesse sentido.
Que prazer, que abrigo mental que me dá espaço para descanso.
A minha vitalidade a ser recarregada, com uma chávena de algo quente e doce, que me relaxa e me deixa repousar na almofada eternamente, para além dos confins chegar.
Mutilando o passado com a euforia da viagem escolhida. A profunda e mais produtora , capaz de reproduzir todas as respostas às minhas questões.
E o meu leito... só o meu leito me permite tal fantasia.
Aconchegada pelos tecidos peludos e macios, sente a pele, sente como se antes não tivesse sentido.
Que prazer, que abrigo mental que me dá espaço para descanso.
A minha vitalidade a ser recarregada, com uma chávena de algo quente e doce, que me relaxa e me deixa repousar na almofada eternamente, para além dos confins chegar.
Mutilando o passado com a euforia da viagem escolhida. A profunda e mais produtora , capaz de reproduzir todas as respostas às minhas questões.
E o meu leito... só o meu leito me permite tal fantasia.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
(in) SEGURANÇA
Inconstante, permaneço refugiada no meu quarto, o meu seguro de vida, o meu canto, o meu refúgio.
Deitada, aninhada, penso e choro. Água vinda dos oceanos da minha mente.
Estou só, simplesmente sozinha e por minha conta, pois cheguei a conclusão de que não tenho ninguém para me guiar, apoiar e cuidar. Não sei no que me tornei, ou melhor, no que os outros me tornaram!
O egoísmo e egocentrismo são simplesmente estados, mas os quais que permanecem, desgastam, magoam e corrompem.
Os animais que todos nós somos, apenas se limitam a olhar por eles, e não reparam nem querem saber do sofrimento alheio.
Estou desgastada devido à erosão da colisão de termos trocados e ofensivos.
Preciso de uma mão que me puxe, que me oriente, e diga como fugir a este desespero que me sufoca a cada inalação de ar mundano, que é veneno mortal.
onde te escondes tu?
Onde me esconderei eu, maravilhoso poeta?
Pergunto-me por vezes onde está a vontade para a minha paixão? Paixão esta, que não me deixa parar de jogar cá para fora, todos estes termos acidificados, açucarados, que tão bem me fazem e rejuvenescem a alma e revitalizam o meu chakra.
Sinto-me possuidora deste dom que tanto venero e amo como os meus próprios binóculos, circulares, azuis e avermelhados.
Morreria se conseguisse viver para ti. Morreria de felicidade se vivesse para ti. Enlouquecia se não te pudesse ter tão perto, e ao mesmo tempo tão distante.
Por vezes a pequena luz não me ilumina as folhas, consequentemente não podia escrever.
Falta inspiração a esta jovem aspirante a ... qualquer coisa como borrar folhas, desenhar tipográficamente uma história, delineada entre margens do mundo real e irreal. Portal da depressão lírica.
Poeta, eu? Por vezes queria ser!
Mas que coerência a minha. Desculpem, mas abanei demasiado as tiras de pano a que, metamorfosicamente designa-se papel, papelito
Pedra meu poeta, que chamas a isso? ... Inspiração... Meditação profunda, busca do verdadeiro eu.
Poeta... meu poeta...
Pergunto-me por vezes onde está a vontade para a minha paixão? Paixão esta, que não me deixa parar de jogar cá para fora, todos estes termos acidificados, açucarados, que tão bem me fazem e rejuvenescem a alma e revitalizam o meu chakra.
Sinto-me possuidora deste dom que tanto venero e amo como os meus próprios binóculos, circulares, azuis e avermelhados.
Morreria se conseguisse viver para ti. Morreria de felicidade se vivesse para ti. Enlouquecia se não te pudesse ter tão perto, e ao mesmo tempo tão distante.
Por vezes a pequena luz não me ilumina as folhas, consequentemente não podia escrever.
Falta inspiração a esta jovem aspirante a ... qualquer coisa como borrar folhas, desenhar tipográficamente uma história, delineada entre margens do mundo real e irreal. Portal da depressão lírica.
Poeta, eu? Por vezes queria ser!
Mas que coerência a minha. Desculpem, mas abanei demasiado as tiras de pano a que, metamorfosicamente designa-se papel, papelito
Pedra meu poeta, que chamas a isso? ... Inspiração... Meditação profunda, busca do verdadeiro eu.
Poeta... meu poeta...
quarta-feira, 31 de março de 2010
Será que...? Quem me dera.
Será que algum dia ela se irá lembrar?... Se irá lembrar de todas as conquistas que fora capaz de alcançar sozinha, ou será que ela apenas conseguirá apaga-las da sua mente, que constantemente lhe prega partidas. Que de um momento para o outro a desgasta e a deixa perto de um grande poço sem fundo, sem luz, sem paredes, sem uma única gota de humanidade. Que a deixa à beira do abismo, sem qualquer hipótese de retroceder, incapacitando-a de se sentir forte, capaz de algo, de fazer alguma coisa, ou pelo menos de ter vontade de fazer algo. Ela está mesmo nas mais profundas viagens, tentar encontrar-se, mas não resulta. Cada vez se perde mais, cada vez foge ao rumo que ela própria havia destinado. É ela feliz? Isso gostava eu de saber, de a compreender. Conseguir alcançar o seu subconsciente, ou apenas só a perceber. Ora chora, ora sorri, ora desconfia de tudo e todos, ora se arrepende, ora se revolta, ora age pacificamente. Ora está bem...Ora está mal. Qual será o problema dela afinal?
Será que ela quer esquecer as conquistas, de forma a apagar as derrotas? Apagar o passado?
Ela diz-me que sofre, que dói, que arde, e não sabe porque. Ela diz-me que não está bem, que nada está bem. Ela não é capaz de confiar, ela não é normal. Nunca está bem! O que terá ela de mal? O que a atormenta?
São estas questões, estes pensamentos, que me preocupam e que não me deixam afastar dela. Já passou por tanto. Pobre menina! Sempre tão frágil por onde passa.. Tão delicada.
Quem me dera saber ser feliz para a poder ensinar. Quem me dera que ela aprendesse a ser feliz. Quem me dera...
Quem me dera ser Feliz.
TRY TO SMILE
terça-feira, 30 de março de 2010
Doce
Fecho os olhos e tenho percepções bonitas da música.
Como sentir magia no ar, poesia a voar no mar.
Ligeiros desvios a um local omitido pela sociedade.
Um lugar secreto, onde em viagens o podes encontrar.
O teu cantinho, doce e escuro cantinho, omitido por ti!
Divago por entre luares enraivecidos, carregados de fúria.
Por entre poerias brancas como a neve, mas brilhantes.
Onde te escondes tu meu doce poeta?
Envergonhas-te depois das coisas que dizes, ou meramente reflectes?
Terão sido ditas correctamente? Ou apenas pensamentos perdidos?
Não se encontram respostas a tais questões, simplesmente busca-se informação para obter a desejada resposta.
Abrirá caminhos, abrirá portas, cabe-me a mim descobrir a melhor caminhada.
O melhor percurso, o melhor esquema, o melhor filme psicológico alguma vez inventado na história por mim!
Tudo se resume a reviravoltas no diálogo, que nos acabam por levar ao mesmo.
Doces viagens.Doce cantinho.Doce poeta.
Julho 2009
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Dimension
Sensações, texturas, coloridas de outra dimensão.
Portal da felicidade, da alucinação.
Levem-me por entre universos, e usem em mim forças trascendentais.
Abismos flutuantes, por entre jardins infinitos, com seres mutantes e delicados.
Visão turva, vejo e vivo episódios irreais.
Sinto a bondade e vejo o belo, na união entre outros mundos paralelos.
Voar por entre girassoís gigantes, que espalham magia e transportam sonhos.
Vivo num mundo colorido, em que a bondade reina, em que tudo me surpreende pela sua beldade.
Dou significado a todas as minimas coisas e deixo-me ir pelos portais da meditação, que me fazem levitar sobre o meu sol interior.
Vejo raios de luz e auras em cada um.
Chamem os iluminados, levem-me e ensinem-me segredos, transmitam-me o verdadeiro conhecimento, a verdadeira filosofia de viver.
Fruto da minha imaginação, vozes da minha razão, que me julgam pelos os meus actos e acções.
Sou um feto, sou um ser mágico, sou um futuro alguém, um futuro longíquo.
Fecha as portas ao negativismo e vive com tudo o que tens para ser feliz, e demonstra aos outros como a vida pode ser linda e única, com varias opções, com várias viagens a um mundo espiritual.
Deixa-te ir, solta-te, liberta-te, e cai num sono profundo em que acordes no pais da mavarilhas.
Tens capacidade basta abrir os portais no teu subconsciente e corre por novos caminhos.
Aumenta a tua percepção, e deixa a vida te dominar com as experiências desconhecidas, e aventuras alucinantes.
Tu podes ser o que quiseres na tua nente, tu controlas o que tens dentro dessa caixinha, abre-a com a tua chave, a tua alma.
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Pensamento imenso como o oceano, com cadeiras a flutuar.
O meu mundo foi invadido por uma maré lunar.
Fez virar ao contrario a minha vida, como um relogio de areia, que a qualquer momento pode fazer para o tempo com um grao maior, o grao que cairá no abismo do silêncio, que fará tremer a terra com a sua furia de querer viver.
A preto e branco será as cores da nova era, o som de uma lágrima será pintado nas paredes de um olhar fechado, que não temerá gritar por um sorriso colorido.
A vida acabou, o mundo das cores acabou, e o sentimento de revolta vai aumentar .
Porque que me tiraram o prazer da alegria?
Cantos escuros ... Negro ficou o olhar de tanta lágrima guardar.
Fechado para o pensamento, à espera de uma invasão que dificilmente acontecerá.
O aparecimento de uma porta naquelas paredes está bem longe, bem lá no fundo, que só com uma longa caminhada se conseguirá alcançar.
Abri os olhos e todo o pesadelo acabou, toda a nova era acabou, a porta abriu, e o grão caiu.
domingo, 16 de março de 2008
Leva-me contigo ate ao ceu, quero tocar nas estrelas, Sentir a suavidade do alem, sentir-te perto de mim.Vamos fugir para outra dimensao, onde o que e' impossivel se torna real, basta querer. Viajo nos teus braços, caio nas nuvens profundas do oceano. Sim, sinto-me surrealista, sinto-me capaz de tudo.Vejo a minha volta milhares de cores, sinto milhares de cheiros , e apenas um toque . Quero festejar , quero viver mais um pouco, quero cair no chao feito de algodao doce, e acordar num mar de rosas.
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